sábado, 20 de dezembro de 2008

QUEM TE FAZ FELIZ? (autoria desconhecida)

"Durante um seminário para casais, perguntaram a uma das esposas: - 'Seu marido lhe faz feliz? Ele lhe faz feliz de verdade?' Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando total segurança. Ele sabia que a sua esposa diria que sim, pois ela jamais havia reclamado de algo durante o casamento. Todavia, sua esposa respondeu a pergunta com um sonoro 'NÃO', daqueles bem redondos! - 'Não, o meu marido não me faz feliz'! (Neste momento o marido já procurava a porta de saída mais próxima). 'Meu marido nunca me fez feliz e não me faz feliz! Eu sou feliz'. E continuou: 'O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele; e sim de mim. Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade. Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento da minha vida, pois se a minha felicidade dependesse de alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da Terra, eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta vida muda constantemente: o ser humano, as riquezas, o meu corpo, o clima, o meu chefe, os prazeres, os amigos, minha saúde física e mental. E assim eu poderia citar uma lista interminável. Eu decido ser feliz! Se tenho hoje minha casa vazia ou cheia: sou feliz! Se vou sair acompanhada ou sozinha: sou feliz! Se meu emprego é bem remunerado ou não: eu sou feliz! Sou casada, mas era feliz quando estava solteira. Eu sou feliz por mim mesma. As demais coisas, pessoas, momentos ou situações eu chamo de 'experiências que podem ou não me proporcionar momentos de alegria e tristeza. Quando alguém que eu amo morre eu sou uma pessoa feliz num momento inevitável de tristeza. Aprendo com as experiências passageiras e vivo as que são eternas como amar, perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar. Há pessoas que dizem: hoje não posso ser feliz porque estou doente, porque não tenho dinheiro, porque faz muito calor, porque alguém me insultou, porque alguém deixou de me amar, porque eu não soube me dar valor, porque meu marido não é como eu esperava, porque meus filhos não me fazem felizes, porque meus amigos não me fazem felizes, porque meu emprego é medíocre e por aí vai. Eu amo meu marido e me sinto amada por ele desde que nos casamos. Amo a vida que tenho, mas não porque minha vida é mais fácil do que a dos outros. É porque eu decidi ser feliz como indivíduo e me responsabilizo por minha felicidade. Quando eu tiro essa obrigação do meu marido e de qualquer outra pessoa, deixo-os livres do peso de me carregar nos ombros. A vida de todos fica muito mais leve. E é dessa forma que consegui um casamento bem sucedido ao longo de tantos anos. Nunca deixe nas mãos de ninguém uma responsabilidade tão grande quanto a de assumir e promover sua felicidade."

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

A Morte é uma Piada

A morte é uma piada, disse Martha Medeiros em uma de suas crônicas, e devo dizer que concordo com ela, é sim uma piada, e uma piada sem graça! ela explica:

" [...] Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?… De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um chiste.Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.[...]

Como meu pai sempre diz: pra morrer basta estar vivo. Ainda hoje estive num velório e pude me certificar disto, Não conhecia muito bem a pessoa, aliás, não o conhecia, apenas o vi uma vez, era primo de alguém muito próximo a mim porém também não era tão próximo dele, aquele parente que nem se tem contato, pois bem, talvez por isso mesmo, por não ser nem superficialmente ligada ao sujeito é que eu tenha coragem de escrever sobre essa "piada"... é claro que lamento.... acho que qualquer vida interrompida deve ser lamentada.
Ali estava um rapaz de 25 anos que estava em casa, beijou sua esposa pegou a chave do carro e de rompante foi surpreendido pelo indezejado ataque cardíaco ( e repito: 25 anos). Mas se de repente ele não beijou sua esposa? se ele chegou em casa stressado, cançado ou um tanto distraído que nem percebeu o cabelo novo da sua mulher? olhou para ela e quis compartilhar uma série de coisas, quis dizer o quanto a amava mas preferiu se calar e deixar para depois. Ou pior... se ele a distratou e a ofendeu? ou quem sabe ele foi o distratado?
Fiquei ali sentada observando os rostos e imaginando as última horas daquele rapaz, não ouvi nada, não sabia nada sobre ele, sobre sua rotina, ou personalidade, nem especulei nada a respeito; Apenas fiquei imaginando quando foi a última vez que que ele esteve com os pais, a última vez que ele fez algo pela 1º vez, a última vez que ele deu uma boa gargalhada ou que derramou algumas lágrimas e quais seriam seus motivos,como foi seu último dia de trabalho e quais eram seus planos para o futuro... para onde será que ele ia? de repente estava atrasado para algum compromisso, pelo menos ele pensava que estava... e subitamente seu relógio biológico decidiu parar... mas os ponteiro do relógio da parede continuaram a rodar, a chuva lá fora continuou a cair, a cidade adormeceu e amanheceu, e a luta pela sobrevivência deu continuidade para muitos, o mundo não parou para esperar pela dor de seus familiares.
Já no cemitério, afastada do grupo olhei ao redor, observei aquele cenário molhado e cinzento, sobre as copas das grandes árvores nuves escuras e pesadas... cheiro forte de cravos e crisântemos e pensei: que piada!
Pare para pensar: quanta incoerência! fim para uns, começo para outros, indiferente para alguns. A morte é mesmo uma piada, só que essa não tem graça nenhuma.
Só nos resta mesmo é continuar ignorando-a, pra que perder tempo com isso se podemos pensar na vida? Só nos resta fazer juz ao " Carpe Diem" e imitar a canção de Renato Russo que diz que: "é preciso amar as pessoas como se não hovesse amanhã..."

A Chuva que Cai la Fora


"A chuva que cai lá fora leva com ela a tristeza, A angústia, a revolta, a saudade.

A chuva que cai lá fora trás com ela a verdade O desejo, a força de vontade.

A chuva que cai lá fora está destinada a anular As lágrimas, a mágoa sentida.

A chuva que cai lá fora anuncia um novo dia Uma nova hora, uma nova vida.

A chuva que cai lá fora foi pedida por mim Para apagar este calor, esta dor.

A chuva que cai lá fora cá dentro anunci aA esperança... de um novo Amor."

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Família Reunida

Neste último final de semana estive em frutal, sempre vou lá vizitar minha avó e minhas tias, mas desta vez a causa era maior: o casamento de uma prima.
Foi então que depois de muito tempo a família quase toda se reuniu, algo quase inédito pra minha memória, pois a útima vez em que a família se reuniu em celebração foi na bodas de ouro dos meu avós, e isso já faz 14 anos.

O casamento além de significar a união de duas pessoas que se amam, foi uma oportunidade de rever entes queridos, veio gente de toda parte, veio gente de são paulo, maceió, são roque...
Tios, tias, primos, primas, irmãos, cunhados e alguns agregados..... todos ali reunidos....a árvone geneológica com todas suas ramificações estava cravada bem ali naquela terrinha de onde brotaram os frutos....
Por a família ser um tanto extensa esse acontecimento é algo raro, porém muito valorizado.... eu pelo menos aprecio muito esse extraordinário momento de estar em compania dos meus familiares.... "a melhor ponte com meu passado" rever primos e primas em que dividi a infância, brinquedos, momentos, presentes, atenção e a boa rapinha de brigadeiro para mim é muito significativo....os anos e a distância não podem debilitar o vigor desses laços.

Durante o ano todo eu e minhas primas contávamos os dias para chegar logo aquele fds... e quando chegou foi tão rápido que nem deu tempo de cumprir tudo o que planejamos, mas mesmo assim foi uma delícia....gente chegando toda hora.... gente chegando na quinta na sexta e no sábado...de madrugada, de tarde, anoite pela manhã...
Todos reunidos na casa da minha tia (mãe da noiva), e ao virar o carro na esquina já se ouvia as gargalhadas e éramos contagiados pela euforia de dentro da casa!

Não tinha vontade nem de dormir para não perder um segundinho sequer daquela farra.... foi muito bom.... agora restam lembranças, fotos e as perspectivas para um próximo reencontro... quem sabe da próxima vez seja para o meu casamento hein hehehe.... se for ainda vai demorar um pouquinho! rsrsrs

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

" Vida em família é a vida com referencia
Nosso endereço de chegada,assim como o de saída
sendo assim por toda nossa vida
Tudo passa, todos passam mas família sempre fica
Ela é o veio de nossa substancia
Ela é quem realmente tem importância
Desde a mais nossa tenra idade Da nossa infância à adolescência
De quando se amadurece até quando se envelhece
De quando se casa e nova família nasce…cresce.
Nossa descendência, nossa historia
Nossa ascendência, nossos filhos nova história,
novas vidas, nova família ...."

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Defenestrar a alma

Antiontem fui a uma apresentação de balé contemporâneo onde por alguns instantes fiquei hipnotizada....como é fascinante todos aqueles movimentos às vezes tão suaves e às vezes tão violento! Se torna ainda mais encantador com o som acompanhando cada movimento minuciosamente ao tom e ao ritmo. O corpo parece não ter ossos nem limites....o corpo simplismente exala sentimentos através da dança, é algo incrível! de encher os olhos e arrepiar os cabelos!
Ha tanto a se "escutar" vendo um espetáculo desse tipo.
Mas não é somente a dança que me fascina, é incrível como a arte pode expressar o nosso íntimo de diversas formas.....vai dizer que nunca sentiu como sua alma se atirasse pra fora ao ouvir uma música bem alta cantada por uma voz bem rouca ou talvez um intrumento bem grave ou ao ver alguma imagem como um quadro ou uma dança ou mesmo ao ler uma poesia na qual nos identificamos....poisé, eu pelo menos sou assim, reajo de diversas formas ao me deparar com alguma dessas expressões, isso depende do meu estado no momento, posso rir ou chorar posso até ser indiferente, mas se me indentifico com a causa aí não me seguro, o meu íntimo se inquieta!
Sinto um enorme dezejo de defenestrar minha alma e apesar de apreciar várias formas ainda não escolhi nenhuma certa, nunca toquei nenhum instrumento nem fiz nenhum tipo de dança, muito menos pintura ou algo assim adoraria poder cantar num microfone como Ana Carolina mas infelizmente meu vocal não ajuda, ás vezes escrevo e alivio minha alma mas parece que não basta. Por enquanto me contento com a arte alheia para socegar meus anseios, mas qualquer hora tomo coragem de fazer algo eu mesma! e pra falar a verdade já até tenho algo em mente, morro de vontade de aprender a tocar violino! acho lindo e sempre me arrepio ao ouvir um, imagina só poder tocar! sentir aquelas cordas se atritando e expulsando aquele som maravilhoso!
deve ser algo sublime! Ha isso com certeza ainda vou fazer!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

O que sou

Sou um pouco de tudo que vejo e muito do que nunca vi. Sou as emoções que desejo e as que já senti. Sou a essência do certo ainda não descoberto, algo inopinado decerto.Sou alguma hora entre o sol e a lua, Nem dia, nem noite uma aurora, talvez fim de tarde, E minha alegria de tão grande arde.Alguma coisa entre a dúvida e a certeza, uma insana cheia de esperteza. Eu sou assim: serena e violenta, calada e berrenta, ligeira e lenta. Uma exatidão, uma imprecisão, uma intolerante com muita compreensão, Uma exagerada bastante ponderada. Uma Intensa, de alma imensa, exaltada, atormentada porém reservada.Uma insaciável acho a vida agradável, tenho sede de infinito quero tudo mais bonito. Sou esse abismo que tanto sismo. Inconstante a todo instante, tão correta, tão errante, sempre perto ou distante.Ando como quem perde o norte, mas conto sempre com a sorte. Procuro como quem foge, do mundo, dos outros, de si, dessa forma foi que cresci. Não sei de quantas palavras me faço, nem em quais versos me afasto. Mudo de tom Procuro meu dom, mudo de casa e dou-me asa. Não procuro só razão, não tenho pés no chão, meu destino é voar e sei a hora de pousar mas nunca deixo de sonhar. Sou aquilo que preciso ser quando a condição faz-me ser, sem nunca deixar de ir...sem nunca me definir...

Natália Alves Feitosa